Morpheu, socorro!
As estrelas pegaram no sono,
caíram em cima do morro!
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sábado, 25 de fevereiro de 2012
Morpheu, socorro!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Elogio ao concreto
U E R J
U E R J
U E R J
U E R J
Marcadores:
2011,
Elogio ao concreto,
Poesia,
Poesia concreta
Nas entrelinhas
escondi o amor e a rima
nas entrelinhas
um verso acima
*
escondi um verso no calendário
nas estrelinhas
entre as luas de maio
Pele branca,
Pele branca, cabelos negros, e
um sorriso lindo como Plêiades.
Acho que estou à manoela.
um sorriso lindo como Plêiades.
Acho que estou à manoela.
Eu, mero coadjuvante
no filme que não vimos
não comemos uma só pipoca
nem nos beijamos no escuro
o filme que não vimos
não era falado, sequer mudo
nem italiano, quiça russo
o filme que não vimos
não era metragem curta, nem longa
muito menos desenho do Pernalonga
o filme que não vimos
não era político, de qualquer matiz,
era sim pura poesia e você a atriz
não comemos uma só pipoca
nem nos beijamos no escuro
o filme que não vimos
não era falado, sequer mudo
nem italiano, quiça russo
o filme que não vimos
não era metragem curta, nem longa
muito menos desenho do Pernalonga
o filme que não vimos
não era político, de qualquer matiz,
era sim pura poesia e você a atriz
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Eu,
mero coadjuvante,
Poesia
Isso não é um poema
Morpheu foi dormir e nos esqueceu...
Estamos presos no dia, juntos.
Ele se esqueceu logo de nós dois.
Estamos presos no dia, juntos.
Ele se esqueceu logo de nós dois.
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